O empresário sueco Johannes Cullberg decidiu banir produtos agrícolas do Brasil das prateleiras dos seus supermercados, após tomar conhecimento da liberação de 197 agrotóxicos pelo governo Bolsonaro. Agora, quando os anúncios de queimadas na Amazônia ganharam o noticiário internacional, o boicote ganhou ainda mais força

247 - Há cerca de três meses, após tomar conhecimento da liberação de 197 agrotóxicos pelo governo Bolsonaro, o empresário sueco Johannes Cullberg decidiu banir produtos agrícolas do Brasil das prateleiras dos seus supermercados. Mais tarde, quando os anúncios de queimadas na Amazônia ganharam o noticiário internacional, o boicote ganhou ainda mais força. A reportagem é do jornal Estado de S.Paulo.
Fundador da Paradiset, maior rede de produtos naturais da Suécia, ele vendia itens como manga, castanhas, cacau, limão e água de coco de origem brasileira. Mas decidiu parar de vender os produtos para não expor os clientes dos seus supermercados a mercadorias cuja produção usou defensivos agrícolas que são proibidos pelas leis suecas ou que pudessem ter colaborado com o desmatamento.
O empresário lançou até uma hashtag de boicote aos alimentos brasileiros. No Instagram, há quase 200 publicações com a inscrição #BoycottBrazilianFood. Ele diz que os consumidores e outros empresários locais também têm se sensibilizado com o tema.

247 - Há cerca de três meses, após tomar conhecimento da liberação de 197 agrotóxicos pelo governo Bolsonaro, o empresário sueco Johannes Cullberg decidiu banir produtos agrícolas do Brasil das prateleiras dos seus supermercados. Mais tarde, quando os anúncios de queimadas na Amazônia ganharam o noticiário internacional, o boicote ganhou ainda mais força. A reportagem é do jornal Estado de S.Paulo.
Fundador da Paradiset, maior rede de produtos naturais da Suécia, ele vendia itens como manga, castanhas, cacau, limão e água de coco de origem brasileira. Mas decidiu parar de vender os produtos para não expor os clientes dos seus supermercados a mercadorias cuja produção usou defensivos agrícolas que são proibidos pelas leis suecas ou que pudessem ter colaborado com o desmatamento.
O empresário lançou até uma hashtag de boicote aos alimentos brasileiros. No Instagram, há quase 200 publicações com a inscrição #BoycottBrazilianFood. Ele diz que os consumidores e outros empresários locais também têm se sensibilizado com o tema.
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