PT de São Paulo vai usar a escolha dos 82 candidatos a vereador que disputarão a eleição municipal de 2020. A legenda pretende dedicar parte dessas vagas a influenciadores digitais. "O desafio é criar espaços para desburocratizar o partido e permitir às pessoas debater no PT", disse o presidente do diretório municipal do PT-SP, Laércio Ribeiro

247 - O PT de São Paulo vai usar a escolha dos 82 candidatos a vereador que disputarão a eleição municipal de 2020. A legenda pretende dedicar parte dessas vagas a influenciadores digitais, youtubers e jovens integrantes do movimento hip hop. Sigla pode aceitar até mandatos coletivos. O objetivo de atrair setores da esquerda afastados do partido.
"O desafio é criar espaços para desburocratizar o partido e permitir às pessoas debater no PT", disse o novo presidente do diretório municipal do PT de São Paulo, Laércio Ribeiro. Seu relato foi publicado no jornal O Estado de S.Paulo.
"Temos que construir um campo e este campo não está nos partidos, está na sociedade civil, nos coletivos, núcleos, universidades. Se o PT não tiver essa compreensão de que a disputa está neste campo podemos ter um resultado não condizente com o tamanho do PT", acrescentou.
A sigla quer ampliar o campo petista. "O PT tem relação com um público muito específico. Igrejas, conselhos, associações de moradores, sindicatos. Esta forma de organização é o que nos dá o que nós temos. Mas isso é limitado",

247 - O PT de São Paulo vai usar a escolha dos 82 candidatos a vereador que disputarão a eleição municipal de 2020. A legenda pretende dedicar parte dessas vagas a influenciadores digitais, youtubers e jovens integrantes do movimento hip hop. Sigla pode aceitar até mandatos coletivos. O objetivo de atrair setores da esquerda afastados do partido.
"O desafio é criar espaços para desburocratizar o partido e permitir às pessoas debater no PT", disse o novo presidente do diretório municipal do PT de São Paulo, Laércio Ribeiro. Seu relato foi publicado no jornal O Estado de S.Paulo.
"Temos que construir um campo e este campo não está nos partidos, está na sociedade civil, nos coletivos, núcleos, universidades. Se o PT não tiver essa compreensão de que a disputa está neste campo podemos ter um resultado não condizente com o tamanho do PT", acrescentou.
A sigla quer ampliar o campo petista. "O PT tem relação com um público muito específico. Igrejas, conselhos, associações de moradores, sindicatos. Esta forma de organização é o que nos dá o que nós temos. Mas isso é limitado",
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