Operação sigilosa envolveu helicópteros e logística especial para garantir cumprimento de ordem judicial
Superintendência da Polícia Federal onde Bolsonaro está preso (REUTERS/Mateus Bonomi)
Superintendência da Polícia Federal onde Bolsonaro está preso (REUTERS/Mateus Bonomi)
Revelações exclusivas indicam que a Polícia Federal estava pronta para executar uma operação de “extração aérea” caso houvesse risco de fuga do ex-presidente Jair Bolsonaro após definição judicial.
O plano envolvia uso de helicópteros, deslocamento estratégico de agentes e bloqueio de rotas de acesso ao ex-presidente.
Fontes ligadas à PF alegam que o procedimento era inédito em democracias recentes e justificável diante dos riscos de fuga ou de resistência de apoiadores radicais.
A equipe mantinha articulação direta com Força Nacional, Exército e órgãos aeroportuários, garantindo respostas rápidas e sincronizadas para qualquer reação.
Os preparativos incluem treinamentos realizados em segredo, uso de tecnologia de rastreamento e protocolos de custódia especiais para figuras de alta relevância política.
Detalhes da logística vieram à tona após fechamento do processo no STF, com a operação internalizada pela cúpula da PF.
A revelação gerou repercussão nas redes, fortalecendo o debate sobre segurança institucional em cenários de crise política.
A PF mantém monitoramento intensivo do caso, reafirmando compromisso com a legalidade e a execução de ordens judiciais sobre figuras públicas.
Fontes: G1, UOL, Folha, CNN Brasil
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