Presidente da CCJ diz que votação exige equilíbrio entre economia e sustentabilidade
Brasília – O senador Davi Alcolumbre (União-AP) decidiu adiar a votação dos vetos do presidente Lula ao projeto de lei que altera normas de licenciamento ambiental, conhecido por ambientalistas como “PL da devastação”. A decisão ocorreu nesta sexta-feira (18), após intensas negociações entre líderes partidários e o Palácio do Planalto.
Motivos do adiamento
Alcolumbre alegou que o tema precisa ser debatido com profundidade antes de ir a voto. “Não podemos decidir sob pressão em uma matéria que tem impacto direto sobre o futuro ambiental e econômico do país”, afirmou o presidente da CCJ.
Reações políticas
A bancada ruralista pressionava pela derrubada dos vetos, enquanto a base governista defendia sua manutenção. O adiamento foi interpretado como uma tentativa de evitar um confronto direto entre Congresso e governo em um momento de fragilidade política.
Os vetos de Lula
O presidente vetou trechos que limitavam o poder de fiscalização de órgãos ambientais e que poderiam flexibilizar o desmatamento em áreas sensíveis. Ambientalistas alertam que a derrubada dos vetos representaria um retrocesso nas metas climáticas do Brasil.
Diálogo e mediação
Com o adiamento, o Planalto ganha tempo para negociar uma solução intermediária. Líderes do Senado afirmam que a votação deve ser retomada nas próximas semanas, após novo acordo entre os blocos partidários.
Conclusão: O adiamento da votação reforça o papel de Davi Alcolumbre como articulador político e mantém em aberto o impasse entre desenvolvimento e preservação ambiental.
Reportagem – Portal Ativo News
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