Pacto comercial pode entrar para história como maior do mundo, segundo presidente brasileiro, e impulsiona integração 
(Da esq pra dir) Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente brasileiro, Lula, e o líder francês, Emmanuel Macron — Foto: Reprodução / Redes sociais
O presidente Lula confirmou a assinatura do acordo Mercosul-União Europeia para 20 de dezembro, ressaltando relevância e criticando protecionismo francês.
O pacto pretende abrir mercados, reduzir barreiras alfandegárias e fomentar investimentos, elevando volume de negócios ao patamar mundial.
Negociações envolveram concessões bilaterais e garantias de sustentabilidade, com representantes europeus reforçando preocupação ambiental.
O governo brasileiro espera alavancar exportações, diversificar pautas e consolidar projetos industriais inovadores.
Especialistas acreditam que o acordo pode transformar o panorama do comércio internacional, gerando empregos e consolidando o Mercosul como parceiro estratégico.
A União Europeia destaca interesse em parcerias nas áreas de tecnologia, educação e agricultura sustentável.
O impacto nas cadeias produtivas já é estudado por economistas, visando adaptação de empresas nacionais e atração de investidores estrangeiros.
O acordo depende de ratificação interna nos países participantes, sendo monitorado por organismos multilaterais.
Fontes: Agência Brasil, G1, Estadão, Valor Econômico
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