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O que Eike aprendeu em Bangu: ricos consomem droga e quem paga o pato são pobres das comunidades

Eike Batista. Foto: Web

“Pobreza é relativo.” “Querer ser o homem mais rico do mundo” foi “frase estúpida”. “Ser um pavão no meio da comunidade miserável não tem graça nenhuma.” “O Brasil cresce que nem rabo de cavalo, para baixo e para trás.” “Não confio em empresário que não errou.” “Eu me considero sinceramente humilde.”

 
Da BBC - Aos 62 anos, em um retorno aos holofotes depois de “cinco anos hibernando para resolver megaproblemas”, o magnata Eike Batista continua uma metralhadora de frases de impacto.(…)

Eike rebate todas as acusações, ao mesmo tempo em que defende a meritocracia (“Total, né? No fundo, não importa etnia”) e que afirma ter se transformado após três meses na cadeia – um lugar “desumano”, nas palavras do empresário.(…) “Aprendi lá em Bangu que tem muita gente que vai para lá, jovens, que não são ressocializados. Isso para mim é gravíssimo”, diz. “A gente tem que entender que aquele jovem virou um avião e transportou não sei o que e foi pego no transporte e está ali por um tempo que não deveria.”

BBC News Brasil – O sr. considera a legalização das drogas um caminho?

Batista – Olha, se estão fazendo no mundo e está funcionando… Eu não sou estudioso nessa área e não queria opinar muito nisso, não, porque vão usar isso de alguma maneira, então não quero opinar porque não sou expert na área. Mas eu sinto que a criminalização como é, porque quem consome é a zona sul, né? Eu por acaso não consumo e isso não faz parte da minha vida. Mas a zona sul consome e quem paga o pato na hora do embate são as comunidades mais carentes. Então tem um erro aí. Não é pode ser!

(…)
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