Ministro das Cidades afirma que política de Zema favorece interesses financeiros privados
Guilherme Boulos (PSOL), ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e deputado federal licenciado • Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O ministro das Cidades, Guilherme Boulos, declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se posiciona contra a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).
Segundo Boulos, a decisão do governador Romeu Zema de autorizar a venda da estatal atende a “interesses financeiros e não ao bem público”.
O ministro defendeu que o saneamento básico é um direito essencial e deve permanecer sob controle público.
Boulos criticou o modelo de privatização e disse que “a água não pode ser tratada como mercadoria”.
Zema respondeu que a venda da Copasa visa aumentar a eficiência e atrair investimentos para o setor.
A polêmica reacende o debate sobre o papel do Estado em serviços essenciais e sobre os impactos sociais das concessões.
Especialistas divergem: enquanto economistas defendem a abertura do mercado, entidades sociais alertam para o risco de aumento nas tarifas.
O governo federal avalia medidas legais para evitar a venda de empresas estratégicas de saneamento.
Fontes: G1, Agência Brasil, Folha de S.Paulo
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