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Governo condiciona aumento de arrecadação à votação de controle de gastos, diz Haddad

 

Ministro da Fazenda informa que envio de novas fontes de receita só será feito após aprovação de medidas que limitem despesas públicas

© Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta terça-feira que o governo espera a aprovação de projetos voltados ao corte de gastos antes de encaminhar propostas para aumento de arrecadação. A informação foi divulgada pelo Brasil 247. Brasil 247
Haddad argumentou que “o foco agora é estabilizar a despesa; a receita vem depois”.

Segundo o jornal, o governo pretende enviar dois projetos distintos ao Congresso: um para disciplinar despesas públicas e outro para elevar a arrecadação com tributos como apostas e fintechs. IstoÉ Dinheiro+1
A medida busca facilitar o entendimento dos parlamentares e acelerar a tramitação das propostas de gastos.

Relatórios da Instituição Fiscal Independente apontam que o Brasil precisa ajustar cerca de R$ 27,1 bilhões ainda em 2025 para evitar estouro da meta fiscal. Gazeta do Povo
Haddad disse que “‘não podemos discutir novas receitas sem antes mostrar à sociedade e ao Congresso que a despesa está em ordem’.”

Analistas consultados lembram que essa priorização pode ser vista como sinal de responsabilidade fiscal, mas também como possibilidade de adiar um eventual aumento de impostos em um ano eleitoral. A Exame publicou artigo afirmando que a estratégia é “fatiar” o ajuste entre controle de despesas e aumento de receitas. Exame

O governo iniciou nesta semana a articulação com lideranças da Câmara e do Senado para marcar a votação do projeto que define os cortes de gastos como condição para o envio da proposta de arrecadação, conforme avaliação interna.
Haddad reforçou que “sem primeiro controlar, não queremos expandir”.

Fontes: Brasil 247 , Agenda do Poder , IstoÉ Dinheiro .

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