Com “indicativos de seriedade”, segundo o próprio procurador, o IFL-SP, que concedeu o prêmio “Liberdade 2016” a Deltan Dallagnol e à força-tarefa da Java Jato, tem entre seus dois mantenedores o Instituto Mises, onde o deputado federal Eduardo Bolsonaro diz ter feito pós-graduação em Economia que, na verdade, não foi concluída

Revista Fórum - Com “indicativos de seriedade”, segundo o próprio procurador, o Instituto de Formação de Líderes (IFL-SP) que concedeu o prêmio “Liberdade 2016” a Deltan Dallagnol e à força-tarefa da Java Jato tem entre seus dois mantenedores o Instituto Mises, onde o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) diz ter feito pós-graduação em Economia que, na verdade, não foi concluída.
O título foi forjado por Eduardo para apresentar como credenciais para assumir a embaixada nos EUA, no entanto, o filho 03 de Bolsonaro não entregou o trabalho de conclusão do curso, iniciado em março de 2016 e que dura, em média, um ano e meio.
Nas conversas divulgadas nesta quarta-feira (14) pelo portal Uol, em parceria com o site The Intercept, Dallagnol diz, primeiramente, que receberia o prêmio por que o IFL-SP foi “checado” e os “indicativos são de seriedade”.
O procurador, no entanto, declinou de comparecer a cerimônia após o assessor 2 de comunicação do Ministério Público Federal (MPF) implorar para que ele não se associasse ao então deputado Jair Bolsonaro, que também estaria presente no evento.

Revista Fórum - Com “indicativos de seriedade”, segundo o próprio procurador, o Instituto de Formação de Líderes (IFL-SP) que concedeu o prêmio “Liberdade 2016” a Deltan Dallagnol e à força-tarefa da Java Jato tem entre seus dois mantenedores o Instituto Mises, onde o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) diz ter feito pós-graduação em Economia que, na verdade, não foi concluída.
O título foi forjado por Eduardo para apresentar como credenciais para assumir a embaixada nos EUA, no entanto, o filho 03 de Bolsonaro não entregou o trabalho de conclusão do curso, iniciado em março de 2016 e que dura, em média, um ano e meio.
Nas conversas divulgadas nesta quarta-feira (14) pelo portal Uol, em parceria com o site The Intercept, Dallagnol diz, primeiramente, que receberia o prêmio por que o IFL-SP foi “checado” e os “indicativos são de seriedade”.
O procurador, no entanto, declinou de comparecer a cerimônia após o assessor 2 de comunicação do Ministério Público Federal (MPF) implorar para que ele não se associasse ao então deputado Jair Bolsonaro, que também estaria presente no evento.
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