Fã da operação Lava Jato e de Sergio Moro, a professora Narli Rezende reprova a forma como membros do MPF têm agido após a divulgação de suas conversas pelo site "The Intercept Brasil"
247 - Fã da operação Lava Jato e de Sergio Moro, a professora Narli Rezende reprova a forma como membros do MPF têm agido após a divulgação de suas conversas pelo site "The Intercept Brasil".
Em entrevista concendida ao Portal UOL, ela disparou: Se eu fosse [Deltan] Dallagnol, entregaria meu celular para uma perícia da PF. Se eu tivesse dado palestras, seria a primeira a abrir a planilha. Se há transparência, só fortalece a Lava Jato.
"Se ele {Dallagnol} não aceitou um presentinho merreca, por que iria aceitar ingresso para Beach Park em troca de palestra?", questiona. "Será que o cara é tão bobo de gastar toda uma carreira para ir ao Beach Park?"
Narli, contudo, compreende que nem todos conheçam Dallagnol como ela. Por isso, sugere que todos citados em conversas vazadas colaborem com uma investigação ampla da PF sobre o caso.
Se tiver um jeito de se resgatar as mensagens, que se faça, justamente para evitar que paire uma dúvida: 'será que é verdade?' Pelo tempo que eu tenho com eles [membros da Lava Jato], eu tenho uma percepção. Mas e os outros, o cidadão comum, o pagador de impostos? Tem muita gente que pode estar sendo contaminada pela 'pulguinha da dúvida'.

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