Inquérito busca identificar civis que removeram vítimas da mata após megaoperação; defensores pedem cautela nas investigações.
IMAGEM: Tomaz Silva/Agência Brasil
A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação para apurar a retirada de corpos de vítimas da megaoperação policial que deixou mais de 130 mortos.
De acordo com a corporação, a ação de civis que recolheram os corpos pode configurar “fraude processual”, já que o local deveria ter sido preservado para perícia.
A medida, no entanto, gerou indignação entre familiares e entidades de direitos humanos, que afirmam que os moradores apenas tentavam dar dignidade aos mortos.
O Ministério Público acompanha o caso e pode solicitar a federalização parcial das investigações.
O governador Cláudio Castro defendeu a apuração, mas suas declarações provocaram novas críticas em Brasília.
A PGR e o Ministério da Justiça também solicitaram relatórios detalhados sobre a operação e sobre a condução das perícias.
O caso reacende o debate sobre o limite da força policial e a necessidade de revisar protocolos em operações de grande impacto.
Fontes: G1, UOL Notícias, BBC Brasil,
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