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Com Lula, Brasil atinge menor índice de fome da história, afirma ministro Wellington Dias

 

Estudo do IBGE revela queda da insegurança alimentar grave a 3,2% e saída do Brasil do Mapa da Fome, segundo ministro do Desenvolvimento Social.

Em entrevista ao site Meio Norte, do Piauí, na 4ª feira (30.ago), Lula afirmou que Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social, fica no governo petista, mas sem especificar onde

Portal AtivoA divulgação dos dados oficiais em 10 de outubro de 2025 mostra que o Brasil alcançou uma marca histórica no combate à fome. Segundo o ministro Wellington Dias e o IBGE, políticas sociais, ampliação da renda e fortalecimento da agricultura familiar levaram à menor taxa de insegurança alimentar grave registrada no país, confirmando a saída do Brasil do Mapa da Fome.

Dados oficiais e queda da insegurança alimentar

A EBIA/IBGE aponta que a proporção de domicílios em insegurança alimentar grave caiu de 4,1% para 3,2% entre 2023 e 2024. Esse recuo significa que cerca de 2 milhões de pessoas deixaram a condição de fome em um ano. Além disso, o percentual de domicílios em segurança alimentar subiu de 72,4% para 75,8%, equivalente a 8,8 milhões de pessoas incluídas nessa categoria.

Reconhecimento internacional e saída do Mapa da Fome

Wellington Dias afirmou que o Brasil foi reconhecido internacionalmente por sair do Mapa da Fome da ONU, com indicador abaixo do limiar de 2,5% de população em subalimentação. Ele destacou que “reconquistamos em dois anos o que levou dez anos para alcançar no passado”.

Políticas sociais e estratégias adotadas

Entre as medidas adotadas estão o fortalecimento do Bolsa Família, programas de transferência de renda, estímulo à agricultura familiar e ações de “busca ativa” em municípios para localizar famílias sem benefícios. Segundo Dias: “Quando perde a renda, não volta mais para a fome, volta para o benefício.”

Desafios persistentes e disparidades sociais

Apesar dos avanços, muitos lares ainda enfrentam insegurança alimentar leve ou moderada, especialmente nas regiões mais vulneráveis. Nas famílias afetadas, prevalecem desigualdades por gênero, raça e informalidade. Analistas alertam que fatores como mudanças climáticas, inflação de alimentos e instabilidade econômica podem ameaçar esses ganhos.

Impactos e desdobramentos: Para milhões de brasileiros, representa maior segurança alimentar e dignidade. Para o governo, reforça a importância de manter programas sociais. Internacionalmente, projeta o Brasil como exemplo de superação. Mas há necessidade constante de vigilância para evitar retrocessos frente a crises econômicas ou climáticas.


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