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Rede H&M, segunda maior varejista de moda do mundo, suspendeu a importação de couro brasileiro "devido aos graves incêndios na parte brasileira da Floresta Amazônica

Segunda maior varejista de moda do mundo suspende importações de couro do Brasil por incêndios na Amazônia




Rede H&M, segunda maior varejista de moda em nível mundial, suspendeu a importação de couro brasileiro "devido aos graves incêndios na parte brasileira da Floresta Amazônica e às conexões com a produção de gado”. Em agosto, a VF Corporation, também anunciou que iria suspender a importação de couro do Brasil por causa das queimadas na Amazônia e em função do desmonte da política ambiental e do incentivo à expansão do agronegócio por parte do governo Jair Bolsonaro

A rede H&M, segunda maior varejista de moda em nível mundial, seguiu o exemplo de outras cadeias mundiais do setor e suspendeu a importação de couro brasileiro "devido aos graves incêndios na parte brasileira da Floresta Amazônica e às conexões com a produção de gado”. "A proibição permanecerá ativa até que existam sistemas de garantia críveis para verificar se o couro não contribui para danos ambientais na Amazônia, disse a H&M em um comunicado. 

No último dia 28 de agosto, a VF Corporation, gestora de 18 marcas, entre elas Kipling, Timberland e Vans, anunciou que iria suspender o uso do couro brasileiro “até que haja a segurança que os materiais usados em nossos produtos não contribuam para o dano ambiental no país”. 

Boicote aos produtos brasileiros vem na esteira da repercussão internacional decorrente do aumento do número de queimadas na Amazônia em função do desmonte da política ambiental e do incentivo à expansão do agronegócio por parte do governo Jair Bolsonaro.
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