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Patético, Villas Bôas ameaça Macron para defender seu garoto Bolsonaro, mas esquece que a França não é o STF

O general Villas Bôas saiu mais uma vez em socorro de seu gafanhoto Jair Bolsonaro.

O general Villas Bôas e seu garoto


Do DCM


O ex-comandante do Exército brasileiro resolveu peitar Macron por conta da convocação da reunião do G-7 para evitar a destruição da Amazônia pelas queimadas.

Macron, diz ele, realiza “ataques diretos à soberania brasileira” e faz “ameaças de emprego do poder militar”.

Onde?

“A questão ultrapassa os limites do aceitável na dinâmica das relações internacionais”.

Citou até o líder comunista Ho Chi Minh, vencedor da Guerra do Vietnã, segundo o qual “a França é a pátria do Iluminismo, mas quando viaja se esquece de levá-lo consigo.”

O general é fiador do pior presidente na história do país, cuja incompetência ultrapassou as nossas fronteiras.

Seu garoto Bolsonaro é um desastre e uma ameaça internacionais.

Parece aquele valentão da 5ª série que se encolhia e corria para baixo da saia da mãe quando a coisa apertava.

Ao invés cobrar qualquer coisa da Europa, Villas Bôas deveria mandar o moleque limpar o ranho do nariz, escovar o dente e se comportar como gente.

Uma coisa é intimidar o STF e aqueles ministros que vivem acovardados, general.

Outra é achar que as bravatas vão funcionar com os franceses.

Toma, que o filho é teu.

Com uma clareza dificilmente vista, estamos assistindo a mais um país europeu, dessa vez a França, por intermédio do seu presidente Macron, realizar ataques diretos à soberania brasileira, que inclui, objetivamente, ameaças de emprego do poder militar.
Segundo ele o tema será discutido na próxima reunião do G7 dentro de 2 dias. A questão que se coloca é de onde viria autoridade moral daquele país que, como disse Ho Chi Minh, é a patria do Iluminismo, mas quando viaja se esquece de levá-lo consigo.
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Trata-se da mesma França que de 1966 até 1996, a despeito dos reclamos mundiais, realizou 193 testes nucleares na Polinésia Francesa, expondo o Taiti, ilha mais povoada da região, a índices de radiação 500 vezes maiores que o máximo recomendado por agências internacionais.
Segundo uma reportagem do UOL Notícias, datada de 11/03/2015, uma equipe de médicos franceses calculou, no ano de 2006, que os casos de câncer aumentaram nas ilhas da região por conta daqueles testes nucleares que atingiram os próprios cidadãos franceses.
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Os desabitados atóis de Mururoa e Fangataufa escondem, até hoje, 3.200 toneladas de material radioativo de diferentes tipos, produto das explosões nucleares do exército francês, o mesmo que Macron usa para nos ameaçar.
A questão ultrapassa os limites do aceitável na dinâmica das relações internacionais. É hora do Brasil e dos brasileiros se posicionarem firmemente diante dessas ameaças, pois é o nosso futuro, como nação, que está em jogo.
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Vamos nos unir em torno daqueles que têm procurado trazer à luz a verdade sobre essas questões ambientais e indigenistas.
Me refiro ao Ministro Ricardo Sales, Aldo Rebelo, Evaristo de Miranda, Luiz Carlos Molion, Lourenço Carrasco, Denis Rosenfield, Professor Francisco Carlos, General Rocha Paiva, General Alberto Cardoso e o General Heleno.
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