Recém-filiado ao PSDB, o deputado Alexandre Frota afirmou que "sabia que tinha fake news, sabia que tinha todo esse jogo" na campanha do ano passado. "Não acho normal, mas faz parte do jogo", disse o parlamentar ao programa Roda Viva. "É um jogo sujo", disse. "Topei jogar esse jogo, tanto topei que estou aqui"

247 - Expulso do PSL, partido de Jair Bolsonaro, o deputado federal Alexandre Frota, recém-filiado ao PSDB do governador de São Paulo, João Doria, afirmou nesta segunda-feira (19) ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que "sabia que tinha fake news, sabia que tinha todo esse jogo" na campanha eleitoral do ano passado.
"Não acho normal, mas faz parte do jogo", disse o parlamentar. "É um jogo sujo", disse. "Topei jogar esse jogo, tanto topei que estou aqui."
Frota disse, no entanto, que nunca presenciou distribuição de notícias falsas durante a campanha de Bolsonaro à Presidência. Disse que fez sua campanha sozinho.
No ano passado houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável do PT, Fernando Haddad, financiada por empresas e que se baseou na divulgação de fake-news (notícias falsas) no WhatsApp para prejudicá-lo, conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a matéria, cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan.

247 - Expulso do PSL, partido de Jair Bolsonaro, o deputado federal Alexandre Frota, recém-filiado ao PSDB do governador de São Paulo, João Doria, afirmou nesta segunda-feira (19) ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que "sabia que tinha fake news, sabia que tinha todo esse jogo" na campanha eleitoral do ano passado.
"Não acho normal, mas faz parte do jogo", disse o parlamentar. "É um jogo sujo", disse. "Topei jogar esse jogo, tanto topei que estou aqui."
Frota disse, no entanto, que nunca presenciou distribuição de notícias falsas durante a campanha de Bolsonaro à Presidência. Disse que fez sua campanha sozinho.
No ano passado houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável do PT, Fernando Haddad, financiada por empresas e que se baseou na divulgação de fake-news (notícias falsas) no WhatsApp para prejudicá-lo, conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a matéria, cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan.
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