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Lula repreende Eduardo Bolsonaro e alerta contra intervenções dos EUA no Brasil

 

Em evento no Rio de Janeiro, o presidente afirma que não aceitará tentativas de “colocar americanos contra nós” e cita senatorial da família de Eduardo

REUTERS/Adriano Machado Purchase Licensing Rightrs


Portal Ativo Durante evento realizado no Ginásio Educacional Olímpico (GEO) no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas diretas ao deputado Eduardo Bolsonaro, afirmando que não aceitará tentativas de operar intermediários nos EUA para pressionar o Brasil. Ele mencionou ainda que há membros da família de Eduardo que concorrem a senador, sugerindo conflito ao misturar interesses pessoais e diplomáticos.

Contexto da fala de Lula

“Chega de cidadão ir pros EUA tentar colocar americanos contra nós. E tem alguém da família que é candidato a senador aqui.” disse Lula durante o evento no Rio de Janeiro. A declaração foi interpretada como uma censura à postura de Eduardo Bolsonaro em interagir com atores internacionais contra os interesses nacionais. 

Acusações sobre violação da soberania

O presidente ressaltou que não aceitará que brasileiros atuem como mediadores de pressões externas contra o próprio país. Ele insinuou que essas ações ameaçam a soberania nacional e que políticos envolvidos deverão responder por seus atos.

Histórico de embates entre Lula e Eduardo Bolsonaro

Essa não é a primeira vez que Lula critica o deputado. Em 2025, ele chamou certas atitudes de Eduardo nos EUA de possível “traição à nação”. 

O deputado chegou a se licenciar da Câmara para residir nos EUA e, segundo reportagens, ter participado de articulações que o governo considera inaceitáveis dentro da diplomacia brasileira. 

Impactos e desdobramentos: Com essa repercussão, o governo reforça sua postura de diálogo cauteloso e soberano frente a atores externos. A sociedade pode intensificar atenção sobre atos internacionais de políticos e exigir transparência. Politicamente, a declaração pode acirrar tensões em meio às eleições, especialmente sobre quem pode usar influência estrangeira nas disputas domésticas.



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