O jornalista Alex Solnik afirma que o PT tem a chance de dar mais uma lição importante para a democracia brasileira. Ele diz: "o PT poderia dar um xeque-mate em seus críticos, uma lição aos outros partidos, abrir diálogo com parcelas mais amplas da sociedade e uma demonstração definitiva de seu compromisso com a democracia escolhendo seu candidato às eleições presidenciais de 2022 através de eleições primárias em 2021"

247 - Como último partido de verdade, com linha ideológica definida, programa, legado de governos realizadores e raízes sociais, que sobrevive firme, forte, grande e coerente há 40 anos (ano que vem) – mortos e enterrados o PSDB e o PMDB - o PT poderia dar um xeque-mate em seus críticos, uma lição aos outros partidos, abrir diálogo com parcelas mais amplas da sociedade e uma demonstração definitiva de seu compromisso com a democracia escolhendo seu candidato às eleições presidenciais de 2022 através de eleições primárias em 2021.
No modelo norte-americano mesmo, com dezenas de debates pela TV em rede nacional entre todos os candidatos, para que toda sociedade conheça todas as suas ideias e a eleição direta e secreta pelos filiados ao partido de todo o país.
Não há forma mais democrática de escolha nem melhor solução para evitar brigas estéreis entre as diversas correntes ou pretendentes: vence aquele que for o mais votado e os demais assumem o compromisso de aceitar o resultado das urnas e se engajam em sua campanha.
Poderia ser a grande novidade de 2022, capaz de aplacar a insensata onda antipetista iniciada em 2013 e forçar os demais partidos a adotarem a mesma fórmula, o que colocaria o PT na vanguarda do processo democrático.

247 - Como último partido de verdade, com linha ideológica definida, programa, legado de governos realizadores e raízes sociais, que sobrevive firme, forte, grande e coerente há 40 anos (ano que vem) – mortos e enterrados o PSDB e o PMDB - o PT poderia dar um xeque-mate em seus críticos, uma lição aos outros partidos, abrir diálogo com parcelas mais amplas da sociedade e uma demonstração definitiva de seu compromisso com a democracia escolhendo seu candidato às eleições presidenciais de 2022 através de eleições primárias em 2021.
No modelo norte-americano mesmo, com dezenas de debates pela TV em rede nacional entre todos os candidatos, para que toda sociedade conheça todas as suas ideias e a eleição direta e secreta pelos filiados ao partido de todo o país.
Não há forma mais democrática de escolha nem melhor solução para evitar brigas estéreis entre as diversas correntes ou pretendentes: vence aquele que for o mais votado e os demais assumem o compromisso de aceitar o resultado das urnas e se engajam em sua campanha.
Poderia ser a grande novidade de 2022, capaz de aplacar a insensata onda antipetista iniciada em 2013 e forçar os demais partidos a adotarem a mesma fórmula, o que colocaria o PT na vanguarda do processo democrático.
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