A subsidiária da Eletrobras, Furnas Centrais Elétricas, anunciou que vai dar início ao processo de demissão de mais de mil funcionários. A medida acontece antes mesmo da privatização da estatal anunciada pelo ministro da Economia Paulo Guedes. O objetivo é reduzir o quadro de funcionários dos atuais 4 mil para 2.751.

247 - Antes mesmo da privatização da Eletrobras, anunciada pelo governo Jair Bolsonaro, a subsidiária Furnas Centrais Elétricas apresentou um plano para a demissão dos 1.041 funcionários contratados ou terceirizados que atuam na companhia. O objetivo é reduzir o quadro de funcionários dos atuais 4 mil para 2.751.
Na proposta do chamado "Programa de Demissão Volumtária", a empresa sugere que parte da compensação seja feita com pagamento de cursos de capacitação.
"Furnas ofereceu indenização correspondente a 70% do que a empresa acha que o trabalhador tem direito e, se aceitar acordo, o contratado abre mão de qualquer reclamação posterior na Justiça e assina um acordo de quitação total com a empresa", disse Igor Israel da Silva, membro do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) e funcionário contratado de Furnas.
Ele destaca que entre os funcionários há trabalhadores com 25 anos de casa e a maioria é mão de obra altamente qualificada que representa 40% do quadro de funcionários da usina hidrelétrica de Itumbiara, em Goiás, o que compromete a operação e a manutenção das usinas e subestações, colocando em risco o abastecimento de energia elétrica para o país.
A subsidiária também opera remotamente a usina de Corumbá, também em Goiás, e Manso, no Mato Grosso. Com informações do jornal O Globo.

247 - Antes mesmo da privatização da Eletrobras, anunciada pelo governo Jair Bolsonaro, a subsidiária Furnas Centrais Elétricas apresentou um plano para a demissão dos 1.041 funcionários contratados ou terceirizados que atuam na companhia. O objetivo é reduzir o quadro de funcionários dos atuais 4 mil para 2.751.
Na proposta do chamado "Programa de Demissão Volumtária", a empresa sugere que parte da compensação seja feita com pagamento de cursos de capacitação.
"Furnas ofereceu indenização correspondente a 70% do que a empresa acha que o trabalhador tem direito e, se aceitar acordo, o contratado abre mão de qualquer reclamação posterior na Justiça e assina um acordo de quitação total com a empresa", disse Igor Israel da Silva, membro do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) e funcionário contratado de Furnas.
Ele destaca que entre os funcionários há trabalhadores com 25 anos de casa e a maioria é mão de obra altamente qualificada que representa 40% do quadro de funcionários da usina hidrelétrica de Itumbiara, em Goiás, o que compromete a operação e a manutenção das usinas e subestações, colocando em risco o abastecimento de energia elétrica para o país.
A subsidiária também opera remotamente a usina de Corumbá, também em Goiás, e Manso, no Mato Grosso. Com informações do jornal O Globo.
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