O lançamento do livro do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em São Paulo, foi esvaziado. A maioria dos presentes era de jornalistas, seguranças e funcionários da editora Planeta, que editou o livro. Janot chegou atrasado e autografou 43 livros de um total de 550. autoridades do Judiciário e doMinistério Público Federal não foram vistas
247 - O lançamento do livro do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em São Paulo, foi esvaziado. A maioria dos presentes era de jornalistas, seguranças e funcionários da editora Planeta, que editou o livro. Janot chegou atrasado e autografou 43 livros de um total de 550. autoridades do Judiciário e doMinistério Público Federal não foram vistas.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "antes das 20h todos os exemplares de "Direito empresarial - Estudos Jurídicos em Homenagem a Maria Salgado", organizado por Graziela Amaral e Luciana Santos, já tinham sido vendidos. Já "Nada Menos que Tudo" teve 43 exemplares vendidos —de 550 à venda—, e não havia mais gente com ele nas mãos naquele horário."
A matéria ainda sublinha que "ele recusou-se a esclarecer a polêmica causada pela declaração de que planejou assassinar o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e se matar em seguida. Teria entrado armado na corte e só não puxou o gatilho porque o “dedo indicador ficou paralisado”, disse à Folha. No livro ele conta o episódio de maneira resumida, sem nomes ou detalhes."
247 - O lançamento do livro do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em São Paulo, foi esvaziado. A maioria dos presentes era de jornalistas, seguranças e funcionários da editora Planeta, que editou o livro. Janot chegou atrasado e autografou 43 livros de um total de 550. autoridades do Judiciário e doMinistério Público Federal não foram vistas.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "antes das 20h todos os exemplares de "Direito empresarial - Estudos Jurídicos em Homenagem a Maria Salgado", organizado por Graziela Amaral e Luciana Santos, já tinham sido vendidos. Já "Nada Menos que Tudo" teve 43 exemplares vendidos —de 550 à venda—, e não havia mais gente com ele nas mãos naquele horário."
A matéria ainda sublinha que "ele recusou-se a esclarecer a polêmica causada pela declaração de que planejou assassinar o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e se matar em seguida. Teria entrado armado na corte e só não puxou o gatilho porque o “dedo indicador ficou paralisado”, disse à Folha. No livro ele conta o episódio de maneira resumida, sem nomes ou detalhes."
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