Preso na Operação Armadeira, o auditor fiscal Marco Aurélio Canal afirmou que teme por sua segurança após ter seu nome divulgado pelo ministro do STF Gilmar Mendes no caso de dossiês sobre autoridades. Canal disse ter gravado documentos sigilosos da Receita Federal e distribuído a amigos e familiares para o caso de acontecer algo com ele

247 - Preso na Operação Armadeira, o auditor fiscal Marco Aurélio Canal afirmou que teme por sua segurança após ter seu nome divulgado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes no caso de dossiês sobre autoridades. Canal disse ter gravado documentos sigilosos da Receita Federal e distribuído a amigos e familiares para o caso de algo ocorrer com ele. O objetivo era que seu trabalho na Operação Lava Jato fosse preservado em caso de algum ato violento. É o que aponta uma informação de uma escuta telefônica sigilosa feita pela Polícia Federal com autorização judicial.
“Importante ressaltar que Canal fala ter feito backup de tudo relativo à Lava Jato e enviado para quatro pessoas, sendo estas do trabalho e da família. Pelo exposto, entendemos ser de extrema importância a busca de tais backups e a identificação dos que os guardam, uma vez que em mão alheias poderiam gerar uma série de vazamentos”, afirma a informação policial, de acordo com o relato publicado no jornal Folha de S.Paulo.
Ex-supervisor nacional da Equipe Especial de Programação da Lava Jato, Canal foi preso na quarta (2) sob suspeita de pedir propina a investigados com o objetivo de evitar a aplicação de sanções tributárias. O supervisor foi identificado como destinatário dos documentos produzidos sobre Gilamr Mendes, seus familiares e outras 133 autoridades.
O minitro do STF disse que a Receita fora usada pelos procuradores para investigá-lo irregularmente.

247 - Preso na Operação Armadeira, o auditor fiscal Marco Aurélio Canal afirmou que teme por sua segurança após ter seu nome divulgado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes no caso de dossiês sobre autoridades. Canal disse ter gravado documentos sigilosos da Receita Federal e distribuído a amigos e familiares para o caso de algo ocorrer com ele. O objetivo era que seu trabalho na Operação Lava Jato fosse preservado em caso de algum ato violento. É o que aponta uma informação de uma escuta telefônica sigilosa feita pela Polícia Federal com autorização judicial.
“Importante ressaltar que Canal fala ter feito backup de tudo relativo à Lava Jato e enviado para quatro pessoas, sendo estas do trabalho e da família. Pelo exposto, entendemos ser de extrema importância a busca de tais backups e a identificação dos que os guardam, uma vez que em mão alheias poderiam gerar uma série de vazamentos”, afirma a informação policial, de acordo com o relato publicado no jornal Folha de S.Paulo.
Ex-supervisor nacional da Equipe Especial de Programação da Lava Jato, Canal foi preso na quarta (2) sob suspeita de pedir propina a investigados com o objetivo de evitar a aplicação de sanções tributárias. O supervisor foi identificado como destinatário dos documentos produzidos sobre Gilamr Mendes, seus familiares e outras 133 autoridades.
O minitro do STF disse que a Receita fora usada pelos procuradores para investigá-lo irregularmente.
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