O julgamento de três Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs), que questionam a prisão de pessoas depois de condenadas em segunda instância, pode beneficiar diretamente o ex-presidente Lula

FORUM - A nova intimidação ao Supremo Tribunal Federal (STF) lançada nas redes sociais pelo general Eduardo Villas Bôas na noite desta quarta-feira (16) pode ter efeito reverso na corte, segundo os próprios ministros, que devem iniciar nesta quinta-feira o julgamento sobre a constitucionalidade da prisão em segunda instância.
Segundo informações da coluna painel, da jornalista Daniela Lima, na Folha de S.Paulo, desta vez, a chance de a pressão surtir efeito contrário é grande.
Villas Bôas repetiu o gesto de intimidação que fez em 2018 às vésperas do julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Lula.
Nesta quarta, o militar, atual assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), disse que “é preciso manter a energia que nos move em direção à paz social, sob pena de que o povo brasileiro venha a cair outra vez no desalento e na eventual convulsão social”.
O julgamento de três Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs), que questionam a prisão de pessoas depois de condenadas em segunda instância, pode beneficiar diretamente o ex-presidente Lula.

FORUM - A nova intimidação ao Supremo Tribunal Federal (STF) lançada nas redes sociais pelo general Eduardo Villas Bôas na noite desta quarta-feira (16) pode ter efeito reverso na corte, segundo os próprios ministros, que devem iniciar nesta quinta-feira o julgamento sobre a constitucionalidade da prisão em segunda instância.
Segundo informações da coluna painel, da jornalista Daniela Lima, na Folha de S.Paulo, desta vez, a chance de a pressão surtir efeito contrário é grande.
Villas Bôas repetiu o gesto de intimidação que fez em 2018 às vésperas do julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Lula.
Nesta quarta, o militar, atual assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), disse que “é preciso manter a energia que nos move em direção à paz social, sob pena de que o povo brasileiro venha a cair outra vez no desalento e na eventual convulsão social”.
O julgamento de três Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs), que questionam a prisão de pessoas depois de condenadas em segunda instância, pode beneficiar diretamente o ex-presidente Lula.
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