Dois assessores do advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, foram presos hoje por violarem leis de financiamento de campanha.

247 - Dois assessores do advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, foram presos hoje por violarem leis de financiamento de campanha. A informação foi divulgada por um porta-voz da Procuradoria de Manhattan. A reportagem é do Portal UOL.
Lev Parnas é um investidor imobiliário nascido em Belarus e Igor Fruman é um executivo ucraniano que atuam em negócios na Flórida. Os empresários são acusados de "direcionarem dinheiro estrangeiro para candidatos federais e estaduais usando empresas de fachada". A reportagem do Wall Street Journal que aborda o caso indicou que eles serão ouvidos ainda hoje por uma corte federal.
A reportagem ainda informa que Parnas e Fruman são considerados duas importantes testemunhas no caso de impeachment de Trump, que é acusado de pressionar o presidente da Ucrânia para investigar Joe Biden e seu filho. Eles haviam sido chamados para depor no Congresso norte-americano ainda nesta semana.
Segundo a denúncia, os executivos são suspeitos de terem ajudado Giuliani a pressionar o governo da Ucrânia, além de terem apresentado o advogado de Trump para políticos do país europeu. Além disso, eles teriam feito doações para um comitê de arrecadação de recursos para Trump que ajudou os esforços de Giuliani para investigar Biden.

247 - Dois assessores do advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, foram presos hoje por violarem leis de financiamento de campanha. A informação foi divulgada por um porta-voz da Procuradoria de Manhattan. A reportagem é do Portal UOL.
Lev Parnas é um investidor imobiliário nascido em Belarus e Igor Fruman é um executivo ucraniano que atuam em negócios na Flórida. Os empresários são acusados de "direcionarem dinheiro estrangeiro para candidatos federais e estaduais usando empresas de fachada". A reportagem do Wall Street Journal que aborda o caso indicou que eles serão ouvidos ainda hoje por uma corte federal.
A reportagem ainda informa que Parnas e Fruman são considerados duas importantes testemunhas no caso de impeachment de Trump, que é acusado de pressionar o presidente da Ucrânia para investigar Joe Biden e seu filho. Eles haviam sido chamados para depor no Congresso norte-americano ainda nesta semana.
Segundo a denúncia, os executivos são suspeitos de terem ajudado Giuliani a pressionar o governo da Ucrânia, além de terem apresentado o advogado de Trump para políticos do país europeu. Além disso, eles teriam feito doações para um comitê de arrecadação de recursos para Trump que ajudou os esforços de Giuliani para investigar Biden.
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