Durante sessão nesta quarta (16), às vésperas do julgamento sobre segunda instância, o ministro Alexandre de Moraes votava e era constantemente interrompido por Luís Roberto Barroso. O presidente Dias Toffoli interrompeu e pediu que Barroso respeitasse os colegas. Barroso respondeu dizendo que Toffoli estava sendo deselegante

247 - O julgamento de uma ação contra resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que trata da prestação de contas partidárias revelou o clima de tensão que prevalece entre os ministros do Supremo Tribunal Federal, às vésperas do julgamento que vai tratar da prisão em segunda instância.
O jornalista Reinaldo Azevedo relatou em sua coluna o bate-boca que aconteceu nesta quarta-feira (16) entre os ministros Alexandre de Morais e Luis Roberto Barroso.
Azevendo conta que Moraes votava e era constantemente interrompido por Luís Roberto Barroso, que expunha um entendimento diferente. O presidente Dias Toffoli interrompeu e pediu que Barroso respeitasse os colegas. Barroso respondeu dizendo que Toffoli estava sendo deselegante.
"Essa crença de que dinheiro público é dinheiro de ninguém é que atrasa o país", disse Barroso.
Moraes rebateu: "Essa crença de que o Supremo Tribunal Federal pode fazer o que bem entende desrespeitando a legislação também atrasa o país".

247 - O julgamento de uma ação contra resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que trata da prestação de contas partidárias revelou o clima de tensão que prevalece entre os ministros do Supremo Tribunal Federal, às vésperas do julgamento que vai tratar da prisão em segunda instância.
O jornalista Reinaldo Azevedo relatou em sua coluna o bate-boca que aconteceu nesta quarta-feira (16) entre os ministros Alexandre de Morais e Luis Roberto Barroso.
Azevendo conta que Moraes votava e era constantemente interrompido por Luís Roberto Barroso, que expunha um entendimento diferente. O presidente Dias Toffoli interrompeu e pediu que Barroso respeitasse os colegas. Barroso respondeu dizendo que Toffoli estava sendo deselegante.
"Essa crença de que dinheiro público é dinheiro de ninguém é que atrasa o país", disse Barroso.
Moraes rebateu: "Essa crença de que o Supremo Tribunal Federal pode fazer o que bem entende desrespeitando a legislação também atrasa o país".
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